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terça-feira, 18 de outubro de 2011



Gerson Alves de Freitas, 32 anos, foi apresentado como o chefe da quadrilha.
A Polícia Civil apresentou na manhã desta terça-feira (18) o homem que seria o fornecedor da pasta base de cocaína para a região. Ele foi preso na cidade de Senador Canedo, que fica a 25 quilômetros de Goiânia. 22 quilos da droga foram apreendidos em uma caminhonete que chegava à região.
A quinta fase da Operação Apocalipse priorizou a distribuição de pasta base de cocaína. Os policiais descobriram que a droga vinha da cidade de Senador Canedo para abastecer a região. O destino era a cidade de Patrocínio. De lá, a pasta base de cocaína seguia para Patos de Minas e Patrocínio.
No início desse mês a Polícia Civil interceptou um carregamento com 22 quilos de pasta base de cocaína. A droga estava debaixo do banco da caminhonete que foi apreendida. Também foram encontradas embalagens de azeite de oliva. Esse óleo é usado no refino da pasta base de cocaína cristal, um tipo nobre da droga vendido pelo dobro do preço.

Os traficantes usavam azeite importado para valorizar a droga.
A abordagem aconteceu em uma estrada vicinal, próxima à cidade de Monte Carmelo. Duas pessoas que estavam no veículo conseguiram fugir, mas os policiais identificaram o fornecedor. Gerson Alves de Freitas, de 32 anos, é quem comandava a distribuição de drogas para a região, segundo a Polícia Civil.
Gerson foi preso cinco dias depois quando voltava de Goiânia para a cidade de Senador Canêdo. Ele estaria usando nome falso de Gerson Domingues de Freitas, mas foi identificado pelos policiais. De acordo com o delegado geral Márcio Siqueira, o acusado tem diversos mandados de prisão em aberto.
O delegado regional, Elber Barra Cordeiro, informou que o sítio onde Gerson morava abrigava um laboratório para refino da pasta base de cocaína. Ele seria o homem forte da quadrilha que fornecia a droga e dava suporte para a distribuição. A caminhonete apreendida estava no nome dele.
Foto: Patos Hoje
Outras quatro pessoas foram presas na cidade de Monte Carmelo. Duas delas foram trazidas para Patos de Minas. Márcio Siqueira informou que não vai divulgar a identidade dos acusados até que as investigações sejam concluídas. “Eles são apenas suspeitos”, enfatizou.
 Foto: Patos Hoje
Para o chefe do 10º Departamento da Polícia Civil de Patos de Minas as prisões feitas nos últimos dias, nas cinco etapas da Operação Apocalipse, representam um duro golpe no tráfico de drogas na região. Márcio Siqueira informou que as apreensões de drogas e veículos representam um prejuízo de mais de R$ 2,8 milhões para a quadrilha. “Isso sem contar dinheiro, contas que foram bloqueadas e imóveis. Nós tiramos o poder econômico da quadrilha”, concluiu.
Autor: Maurício Rocha / PH

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